Bela cidade das Gerais!

Bela cidade das Gerais!
Imagem feita por Sotnas Odlabu em São João Del Rei MG em nov de 2016

E AQUI, OS QUE POR CÁ VIERAM UMA, E CONTINUAM VOLTANDO OUTRAS VEZES!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

E após trinta dois anos...

Esta imagem simples, feita por eu mesmo em Poços de Caldas em novembro de 2011, na sua simplicidade demonstra o quanto me sinto feliz neste final de ano, bem como em todo o ano. Tanto por estar vivo, quanto por estar unido a alguém de sentimentos parecidos a tanto tempo, não parece tanto assim, pois não me preocupo com ele ha muito, mas vemos o resultado desta união, dois filhos e muitos capítulos de intenso viver escritos em nossa história de vida, e que assim sempre continue, pois o final não seremos nós a decidir!

Esta postagem de hoje é em homenagem aos trinta e dois anos que se completaram hoje em que este que aqui posta estes pensamentos casou-se por amor, e por amor continua...  


Desde aquele sábado,
De vinte e dois de dezembro de mil novecentos e setenta e nove,
E sem contar os três anos anteriores como namorados,
Juntamente ao período de noivado,
Estamos juntos, e creio que pelo motivo que nos move,
É isso, pois o que move o ser humano é o amor,
O amor que o criador nos tem
Desde quando nos cedeu este bem,
Que é a vida, e somente por amor.
Claro que nestes anos todos tivemos alguns momentos de dor,
No entanto onde existe amor, a dor não fica a pedir nenhum favor,
Ela simplesmente não resiste e passa,
E se dissipa, assim feito fumaça,
E pode este inclemente tempo passar,
Pois por tantos anos que eu aqui puder ficar,
Serei este sujeito insistente,
E insistirei sempre, em viver, e te amar!
                               Sotnas Odlabu

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ao cair da tarde!

"Contemplando a tarde que cai"
imagem feita em junho de 2011, por Sotnas Odlabu em São Lourenço -MG, nas dependências do parque das águas.
Um belo e agradável local para diversão e descontrair, observando feito estes três a bela tarde ensolarada que se finda!



 

Que penso eu não é somente o final de um dia,
De magnificente brilho a iluminar a vida,
Posto que seja apenas um intervalo, nas alegrias,
Ou mesmo das agonias por alguns vividas,
Ah! Como é belo o cair da tarde,
Que se faz sem qualquer alarde,
Ainda que tantos pensem já ser tão tarde,
É tão somente o prenúncio de transição,
Entre o reinado do sol com seu calor e luz,
E após, vem o reinado da temperada escuridão,
E promover o descanso de alguns viventes,
E facilitar a revoada, para vida e alimentação,
De seres um tanto soturnos, e
De vida e hábitos deveras noturnos,
É isso, somente o intervalo de alguns,
Para um despertar e viver de outros,
É isso, na luz ou escuridão,
Não importa tão e quão,
O que importa é que segue a vida,
E para esta nós torcemos sempre que,
Em qualquer hora, dia ou noite jamais haja um ou,
Qualquer intervalo, ou mesmo interrupção!
Que siga sempre com ou sem alarde,
No inicio do dia, ou mesmo,
Em um belo e inebriante momento,
Ao cair da tarde!


Sotnas Odlabu 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Uma surpreendente e boa lembrança!

                             
   

É por estes e outros motivos que a natureza jamais
deixou de me encantar, além claro, de me sustentar!
Imagem feita por Sotnas Odlabu em 03/12/2011 na ciclovia da avenida
Afonso Pena em Santos.


                                              Eu seguia para o trabalho, de bicicleta pela ciclovia, e tenho este costume de seguir prestando atenção às árvores que vou avistando pelo caminho, principalmente aquelas bem floridas. E foi quando à frente avistei um ciclista parado sobe uma pequena árvore, não estava o sol tão quente a ponto de aquele sujeito estar parado ali sob a sombra daquela árvore, e percebi que ele olhava para cima, esticava o braço e parecia colher algo, e em seguida levava a boca e parecia estar gostando! É isso mesmo, ele estava comento algo daquela pequena, porém que oferecia uma generosa sombra aquele que sob ela estivesse. Nem é preciso dizer que, contra a minha vontade passei por ele bem devagar para não atrapalhar o tráfego dos outros ciclistas, e observando, ele sentado na bicicleta e colhendo aqueles pequenos frutos e comendo, senti uma lembrança, mas, foi uma lembrança alegre, sabe aquela lembrança que te faz sorrir consigo mesmo. E sorrindo, e sentindo aquela feliz lembrança passei pelo rapaz que colhia os frutos e comia, e só ao passar perto percebi que era uma amoreira. A pequena amoreira cedia seus pequenos e vermelhos bem escuros frutos aquele passante, que se deliciava, e ao mesmo tempo ficava com as mãos e a boca com aquela viva cor!

Pois é, eu sabia que aquelas folhas me eram familiar, e foi só os frutos nascerem para eu me certificar que realmente conhecia aquelas folhas. Quando na juvenil idade, até os seis anos vivia em casas e nos quintais sempre tinha árvores frutíferas, jaqueiras, laranjeiras, mangueiras, caramboleiras, ameixeiras, amoreiras e outras que agora não consigo lembrar.
Foi este o motivo da minha alegre lembrança, e também por ver frutos em uma pequena árvore, naquele reduzido espaço, no canteiro central da avenida, entre as duas vias de direção e a ciclovia, tem amoreiras, goiabeiras hibiscos, ipês, jaqueiras, e, esta eu mostro a prova, entre outras frutíferas árvores.
É mais uma prova de que a natureza faz a sua parte pra cuidar do homem, e em retribuição nós homens reduzimos os espaços em que a natureza promove a permanência do nosso viver. Poxa, é bem assim mesmo, pois grande parte de nós sequer percebe o tamanho desta nossa incoerente ingratidão para com esta natureza da qual todo ser vivo é parte!

                                                                              
                            Sotnas Odlabu