"Mesmo que eu saiba tudo ou, nada, Ainda que nada, ou tudo eu tenha, Continuo firme na estrada, E nada existirá que me contenha!" SOTNAS ODLABU imagem feita por Sotnas Oldabu. Esta imagem me lembra sempre como toda beleza é passageira, deveras fugaz!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Das responsabilidades de nossas escolhas!
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Imagem feita na
Pousada São Miguel, em Cunha SP por Sotnas Odlabu, jul 2017
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Escolhemos a
direção que desejamos seguir, sendo assim, nada mais justo que arcarmos com o
desfecho, ou seja, as consequências das escolhas que fazemos. Digo isso, pois,
não é o que acontece nesta pátria. Algumas pessoas resolvem tomar atalhos da
direção a ser seguida, e no momento em que se depara com o resultado de suas
escolhas (danosas) resolvem que todos que escolhemos a direção correta devemos
assumir as consequências das escolhas deveras equivocadas que fizeram. Não é
justo, portanto jamais vou concordar, principalmente, se escolhem sabendo que o
resultado é deveras prejudicial para todos!
Que o bondoso
Deus siga iluminando nossas escolhas, abraços!
Obs. Postagem tirada de outra pagina minha em outra rede social.
Sotnas Odlabu
domingo, 18 de junho de 2017
Ser feliz, e simples assim!
imagem feita em Atibaia SP, em set 2016 por Sotnas Odlabu
Penso que, saber ser feliz é poder se encantar com a simplicidade de
todos os dias vividos e, jamais, se deixar envaidecer pelos requintes instantâneos e ilusórios que nos são apresentados ao longo desta nossa caminhada!
Dias abençoados pra todos,
e muita paz!
Sotnas Odlabu
OBS. Postagem tira de minha página em outra rede social.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Apenas meu pensar, sobre o pensar destes seres!
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| Imagem feita no ZOO de Piracicaba SP, em nov de 2016 por Sotnas Odlabu |
Postagem da minha página no FB, compartilhando cá com os amigos. Grato
Eu os observo me
observando, admirando minha natural beleza,
Tão incompreensíveis
são estes seres humanos,
Pois enquanto
alguns não se cansam de em nós e nosso habitar apenas admirar,
Outros possuídos
de atitudes e desejos insanos,
Desalojam-nos de
nossa natural morada, por vezes outros nos escravizam,
E há ainda os que
penalizados com nosso sofrer,
Nestas
artificiais moradas sob seus cuidados nos deixam viver,
Observam-me,
quando por vezes nossos olhares se cruzam,
Em alguns vejo
ainda certo brilho vaidoso, feito os daqueles,
Que nos tiraram
da natureza, e, por vezes, meus olhos se deparam com olhares,
Entristecidos,
sim, tanto quanto o meu, observando-me neste meu olhar,
Por vezes me
pedem engraçadas performances, desculpe,
Mas, cá não estou
para tua vaidade mesquinha alegrar, e sim para te alertar, pois,
Isso vai te
acontecer contigo também, se toda esta devastação,
Do meio em que
vivemos não parar,
E todos nós
sequer contemplaremos uns aos outros, não,
Não haverá mais,
um a olhar o outro, mesmo assim tão entristecidos,
Seremos apenas
lembranças, talvez dolorosas lembranças,
Como seres, que
ousaram além, enquanto alegres ainda existiam,
Isso é tão triste?
“Será quando
nenhum de nós, nem tão tristonhamente, conseguirá existir.”
Sotnas Odlabu
sábado, 21 de janeiro de 2017
E eu cá sigo admirando sempre o meio em que vivo.
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Imagem
feita em Caxambu MG, em outubro de 2016, por Sotnas Odlabu.
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Enquanto
as atitudes de grande parte dos humanos não são dignas de admiração, sigo eu cá
admirando esta incansável e espetacular natureza, sempre nos brindando com seu
modo de existir. Show em todos os momentos!
Abençoados
dias pra todos!
OBS. Postagem tirada da minha página no FB. para compartilhar cá com os amigos do blog.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Há tantas vidas em volta!
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Frágil, tanto quanto breve...
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Uma vida é mais valorosa
OBS. postagem compartilhada da minha página no FB
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Tem o dia da imagem, bem como, o dia do “imaginado”...
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
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Imagem feita em Gonçalves MG em abr 2016 por Sotnas Odlabu
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Assim é viver,
alguns jamais chegam na sua plenitude de ser,
nem por isso
desiste do prazer,
em saber que
existirá um pouco de si em outros seres,
deixam-se
semear antes de tudo se perder, e crer que para sempre vai viver!
Sotnas Odlabu
OBS. Postagem compartilhada do FB
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Se não faço, me desfaço!
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Imagem feita em
Campos do Jordão em jun 2016
por
Sotnas Odlabu
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Daquilo que não
sou capaz eu não faço,
Assim me
desfaço, por outro lado,
O que vivo, ou
realizo, me faz parecer estranho,
Pois sempre que
posso, ao meu modo,
Enquanto vivo,
eu eternizo!
Sotnas Odlabu
Obs. postagem do Face B, que compartilho cá com os amigos.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Ainda que eu esteja sendo enfadonho...
terça-feira, 5 de julho de 2016
E sigo cá com meu pretenso pensar!
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Imagem feita em
Poços de Caldas, por Sotnas Odlabu, em jan 2016.
"Segue a vida nos ensinando, e seguimos nós, teimando em não aprender!"
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Incansável,
esta natureza que nos cerca, segue sua mostra o quão pífios são nossos
conceitos e padrões sobre a beleza, e, até mesmo sobre classe social, mas,
nossa teimosia em sermos egoístas faz-nos a todos completamente cegos... Que
pena!
Sotnas Odlabu
sábado, 25 de junho de 2016
Ainda expondo meus pretensos pensamentos...
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Apenas um dos pensamentos deste meu intenso viver...
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Apenas... Pequenos detalhes; Talvez!
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| Imagem feita por Sotnas Odlabu em Gonçalves MG em abr 2016 Ainda que tantos insistam em ignorá-los, o em volta segue nos indicando por todo nosso viver que, apesar de toda essa mania que temos em pensar sempre gigante, os pequeninos detalhes é que revelam a grandeza que possuímos, ou não, pois ultimamente somente expomos a todos nossa odiosa e repulsiva pequenez, principalmente espiritualmente, é isso, e, seguimos nessa vivência sem qualquer louvável sapiência! |
domingo, 27 de março de 2016
Somente por hoje...
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| Imagem feita em São Lourenço-MG, por Sotnas Odlabu, em jan 2015 |
Desejo
acordar, após uma noite sonolenta e mal dormida,
E após o dejejum da manhã, junto aos meus, como
por vezes faço,
Não
pensar, ou escrever dos culpados, por nosso sofrer nesta vida,
Após
abrir a porta, e sair caminhando, em minha face,
Não
estampar qualquer expressão sofrida,
Ou
nas que por eu passar, eu sei que nem todos se importam,
Portanto,
tão somente por hoje,
Não
queria ouvir críticas sobre esta, necessária, mas, maldita política,
Ou
mesmo sobre os malditos que a exercem, seria possível, só por hoje,
Caminhar
pela orla da praia, despreocupado, os belos jardins contemplar,
Sentar
em um de seus bancos e, o maravilhoso e ritmado ir e vir,
O
som confortante, desse imenso mar e suas marolas,
Ali
ficar, ouvindo até me encantar,
Pois
é, somente por hoje, é somente esse meu desejar,
Imaginem
o quão seria feliz este dia,
E...
Está bem, já sei,
Somente
neste dia, não, não pode ser, ou,
Não
vai acontecer, ou não desejam fazer acontecer,
Pois
é, seria só por hoje, tudo que não pretendia,
Eu
sei se está lendo, já escrevi,
Oh
Deus, gostaria de ao menos um dia, no entanto,
O
momento não me faz crer, que haverá algum dia,
Toda
essa dor infligida possa chegar ao fim,
Sim,
eu sei, eu já sei que é assim,
Não
pode ser, será mesmo, nem somente por hoje, enfim,
Não
há tempo pra esperar, a vida segue, e nós a seguimos,
É
isso, mesmo sem ao menos nos contentar,
Ainda
que seja somente por hoje...
Sotnas
Odlabu
quinta-feira, 17 de março de 2016
É, um tsunami, bom, e não para não...
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| Imagem feita em fev 2015, por Sotnas odlabu, em Campos do Jordão-SP
Por vezes, sinto até
certa agonia,
Nestes tempos de
desarrumação por todo canto, a cada dia,
Um vendaval de
acontecimentos em cada instante,
E que por vezes me causa
espanto,
O processo deveras
buliçoso,
No restrito cubículo do
meu espaço pensante,
Que por vezes me leva ao
pranto,
Um processar, deveras
efusivamente eferente,
Vez por outra, me faz
preocupar, todo este pensar,
Ter estado em minha
mente, a fustigar,
Deveras difícil reter
tantas palavras em ebulição,
Estando eu diante de uma
página vazia,
Úteis ou não, eu as despejo,
E torno a página
preenchida, e me alegra-me o coração,
Este exercício de tentar
entender tantas vidas
E vazia a pagina não mais
está, mas,
Minha mente não parece
esvaziar,
Novas palavras seguem a
se formar, pois,
São tantos
questionamentos, e,
Tão poucas respostas por
confrontar,
E já está por novas
efervescências gerar,
Ainda assim, não pense
que estou a reclamar,
Pois assim, sinto que
estou vivendo,
E como dizem, é vivendo,
que vamos aprendendo,
E muito quero aprender,
antes de não mais,
Poder saber o que é
viver!
Sotnas Odlabu
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