"Ainda que postando versos pretensos, consigo expor o que penso, é mesmo pretenso!" SOTNAS ODLABU imagem ago 2016 em URUBICI SC por Sotnas Odlabu
E AQUI, OS QUE POR CÁ VIERAM UMA, E CONTINUAM VOLTANDO OUTRAS VEZES!
sábado, 15 de março de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Das lições da infância, nenhum trauma, ainda que jamais esquecidas!
Há algumas décadas atrás, eu era um garoto, e como
qualquer garoto, eu tinha alguns amigos. Morávamos em um bairro afastado do centro
de São Paulo. Certo dia após um convite deste amigo meu, eu e meu irmão fomos
brincar na casa dele. A mãe deste meu amigo era costureira e trabalhava em um
dos cômodos da casa deles. E lá estávamos nós brincando, não me recordo do quê,
apenas sei que ela deixava que brincássemos ali para que ela pudesse trabalhar
enquanto nos observava para que nada de desagradável acontecesse, ou algo que
pudesse causar danos a algo, ou alguém. Enquanto ela fazia o seu trabalho de costureira,
nós, vez por outra passávamos correndo pela sala em que ela trabalhava, e havia
as sobras dos cortes por todo o ambiente, bem como linhas e elásticos.
E foi em uma destas passagens pelo local de
trabalho da mãe do meu amigo que eu, um menino que na época devia ter uns sete
anos, reparei no chão por entre os retalhos de tecido um pequeno pedaço de
elástico.
Não era um pedaço grande, devia ter no máximo
uns vinte centímetros, e ao avistar o elástico ele se abaixou e pegou e saiu
correndo e dizendo olha o que eu encontrei, exibindo o brinquedo “encontrado”
aos amigos. Logo em seguida guardou o achado no bolso e continuaram brincando
até o fim da tarde, quando por recomendação da minha mãe eu devia ir para casa
para banhar-se e aguardar o momento de jantar.
Aquele dia parecia deveras proveitoso, assim
pensava aquele menino quando ao final da tarde se encaminhava para sua casa,
brincou a tarde inteira com os amigos e o irmão, e ainda havia encontrado um
pedaço de elástico.
Espere um momento. Antes devo explicar o meu
contentamento pelo que “encontrei”.
Naquela época, crianças moradoras da periferia
de São Paulo inventavam um monte de brincadeiras, entre tantas, havia uma que
hoje não vejo com a mesma alegria de épocas passadas. Nós costumávamos pegar
aqueles elásticos de prender dinheiro, e também os palitos de fósforos que encontrávamos
pelo chão, que eram dobrados ao meio, e devo dizer que os melhores eram aqueles
que quando dobrado eles não se separavam, desfiava, mas não se faziam em dois.
E com os palitos dobrados e o elástico apoiado
no dedo polegar e no indicador tínhamos um estilingue, e naqueles anos o bairro
em que vivíamos não era tão povoado como hoje, e alguns moradores criavam
porcos e galinhas, e por este motivo havia também muitas moscas, e estas é que eram
nossas vítimas. É isso, atirávamos os palitos dobrados nas moscas, fazíamos uma
espécie de torneio para ver quem fazia mais moscas deixarem de existir, eca. É
verdade, não era uma brincadeira nem um pouco higiênica, mas, uma criança na
sua simples vontade de brincar sempre encontra uma forma de ocupar o tempo
ocioso e, é nestes momentos sempre surgem algumas traquinagens!
E voltando ao garoto que era e o meu achado, eu
estava aguardando a hora do jantar e enquanto isso, a traquinagem imperativa me
fez testar o novo “brinquedo”, e lá estava eu abreviando a já tão breve vida de
algumas moscas, quando de repente vi minha mãe parada na minha frente, e quando
meus olhos encontraram com os dela, ela me fez uma pergunta.
Aonde foi que você conseguiu isto?
Eu, um filho obediente e, acostumado a sempre dizer
a verdade, sequer hesitei em responder que o meu novo brinquedo havia sido encontrado
no chão da sala da costureira.
Após dizer isto eu já me preparava para dar fim
a mais uma desavisada mosca, e sem saber que havia dado a resposta errada, pois
minha mãe com um tapa desfez minha mira, e foi naquele momento, após ouvir o
estalo da sandália nada macia de minha mãe no meu braço eu tive o entendimento
que estava encrencado. Pois, logo a seguir
outra estampada da sola da sandália acompanhada de outra pergunta e, esta era deveras
mais difícil responder!
Quem foi que te deu este elástico?
E como
sempre eu gostava de ser verdadeiro, disse já iniciando um sonoro choro, que
ninguém me havia dado o elástico, e que eu havia achado no chão da sala da
costureira e, aumentei o som do choro logo que recebi a terceira estampada
daquela sandália tão resistente que os locais mais macios dos meus braços e
pernas, eu creio que por mais de um par de anos. A esta altura o brinquedo já
havia sido confiscado e o seguimento do interrogatório veio acompanhado de
outras doloridas chineladas, e, mais daquela tão sem resposta e odiada pergunta,
certamente as minhas respostas não eram as que ela, minha mãe esperava ouvir, bem
ao menos naquele instante tão dolorido!
Você se esqueceu do que eu e teu pai sempre
falamos aqui dentro de casa para você e seu irmão, que não se deve pegar nada
que não seja seu sem que alguém lhe ofereça. E se você pegou mesmo este
elástico, aonde você diz, não é achado, pois estava na casa da costureira, e se lá estava,
a ela pertence, e se ela não lhe ofereceu, você roubou, e isso nós
não fazemos, somos pobres, mas, jamais roubamos!
E junto a este discurso, o potente som do meu
choro de menino desesperado, vez por outra aumentava o volume, na tentativa de
demonstrar que as estampadas da sandália, além de doridas já estavam me
deixando cheio de pegadas e não somente por saber que ia ficar sem o brinquedo,
mas também por ouvir além das perguntas, e do som do encontro daquela malvada
sandália com meus braços e pernas, acreditem, ela minha mãe após ouvir o choro
em volume mais alto, me pedia para calar a boca dizendo, engole o choro, engole
o choro. E isto não era tudo, sim, tinha mais, ao fim da explicação de que não
foi um achado, ela me fez outra recomendação dolorosamente expressa, pois a
cada dolorida chinelada, uma frase era dita e assim se segui, e entre soluços,
e, as marcantes dores, eu tive a certeza, de que aquele dia, eu jamais esqueceria.
E com os braços e pernas parecendo pagina de
jornal, todo estampado com o formato as sola da sandália da minha querida,
porém naquele momento deveras zangada mãe, eu fui em direção à porta. Eu ainda
soluçava e meus olhos alagados de lágrimas que fui forçado a fazer verter não me deixavam enxergar o caminho que devia
percorrer direito, ainda assim caminhei para a rua. E fui descendo a ladeira
pela rua de terra, aqueles quase quinhentos metros foram caminhados em total
transe, ia tão absorto em meus pensamentos, na dor que sentia e na vergonha que
com certeza iria enfrentar por muitos dias, bem como no pedido de desculpa que
deveria fazer a bondosa senhora, dona do pretenso achado!
Tão distraído caminhava eu que somente percebi
que já havia chegado ao destino quando ouvi a voz da senhora me perguntando o
motivo de eu estar ali, já anoitecendo, diante dela, e chorando.
Sem que eu pudesse me conter reiniciei um
choramingo, e não era pela dor da surra, mas, por saber que o meu novo
“brinquedo” já não era mais meu!
E foi naquele momento que iniciei meu pedido de
desculpas aquela bondosa senhora, pedido e explicação sobre o pedido estes que
saíram intercaladas por aquele que já se tornava deveras irritante, soluçar.
E as palavras ditas entre os soluços que eram
dominantes, com medo e vergonha eu iniciei meu pedido de perdão, não por medo
da costureira, mas por imaginar ter aranhado a amizade das duas famílias, pois
eu sabia que a costureira agia da mesma maneira que agiu minha mãe. Senhora, eu
peço perdão por isto que fiz. Eu iniciei dizendo para a costureira. A minha mãe me mandou vir devolver isso, e
estiquei ao braço e abri a mão e expus a ela o motivo que até sua casa me levou
já anoitecendo. Isto eu peguei no chão da sua casa quando brincava, ela me mandou
devolver e lhe dizer que não foi achado, e tão pouco me pertence, pois não me
foi oferecido, e me pediu para pedir perdão por ter pegado o que lhe pertence,
e senhora, ela aguarda que, eu retorne com a sua resposta se me perdoa, ou não.
A costureira ficou entristecida pelo meu estado,
mas eu creio que como mãe que era também, ela não devia desmerecer a autoridade
da minha mãe. Ela pensou um breve instante, em seguida me disse que não era
necessário devolver, ela contou que havia percebido quando eu peguei, e sabia
para o que seria usado, pois, os filhos dela também faziam o mesmo. Ela me fez
estreitar os olhos e distender minha boca quase até as orelhas de alegria ao
dizer ainda que, eu estava perdoado, e eu devia prometer que nunca mais repetiria
reprovado ato, para não levar outra surra parecida, disse ainda que não
precisava que a minha mãe me castigasse daquele jeito por aquilo, mas, que eu
não devia me preocupar e nem ficar magoado com a minha mãe foi desta maneira que
minha mãe aprendeu, e, sabemos que somente ensinamos o que sabemos, e quase
sempre da mesma maneira que aprendemos e para minha dorida tristeza eu aprendi
da mesma maneira. Não vou negar que na época fiquei chateado, pois eu fiquei
deveras chateado, mas, hoje eu entendo todas as suras que me foram aplicadas,
olhando para trás, vendo como me comporto hoje, eu até sou capaz de agradecer
as marcas das sandálias e cintos que meus pais me tatuavam semana sim, semana
não, nossa, isso já são deveras saudades, sim, mas é também a consciência de
que foram de grande valia aquelas surras! E naquele momento eu, o menino me lembrei das
palavras ditas por minha mãe. E sempre após a dolorida aplicação daquela
“educação”, (risos) sim, se no passado eu chorei, hoje vejo que tantas lágrimas
vertidas não foram em vão, pois hoje me permitem lembrar e sorrir!
Um dia você vai me agradecer por estas chineladas,
você é meu filho, e eu prefiro que seja eu a surrar você hoje, pois não quero
que amanhã um estranho faça isso, filho meu nasceu para ser gente e não para
apanhar na rua de estranhos!
A sua mãe gosta muito de você, e por isso está
ensinando como deve ser, e não fique zangado com ela. Vá e diga a ela que nossa
amizade não vai se interromper por uma bobagem destas e não é necessário
impedir você de vir cá, e que você está perdoado e pode vir brincar sempre com
os meus filhos, pare de chorar e, leve o seu pedaço de elástico. E após me dar
um abraço e um beijo recomendou que eu dissesse para minha mãe que agora ela
realmente havia me presenteado com o causador daquela confusão. Ande, vá para
casa, que já está escurecendo!
Deveras muito bondosa, sim, era uma senhora
muito bondosa. Onde quer que esteja ela, eu desejo que esteja feliz!
Quantas vezes minha mãe levava eu, meu irmão e
minha irmã na casa dela e, após uma breve conversa entre elas, a bondosa
senhora estava anotando nossas medidas e após alguns dias lá estávamos nós, experimentando
novas vestimentas, bons tempos que somente me dói lembrar é das alfinetadas eu que
levava algumas vezes por não ficar devidamente quieto, sim, eram bons tempos!
Ah, enfim foi assim, ela como uma fada, a
bondosa costureira me fez retornar com o antes achado, e agora presenteado e,
bem, as chineladas não iam voltar atrás, ou serem retiradas, mas desta vez eu
esperava não ser surrado, por retornar com o presente, doado!
Pois é,
até aquele dia eu ainda não fazia ideia o quão valorosas foram todas aquelas
surras em meu viver, eu ainda não havia ouvido com atenção para perceber o
quanto aquelas palavras ditas por minha mãe me fariam se transformar em um ser
justo, claro que foi de um modo dolorido, mas, é como dizem, há males que nos
vem para o bem!
E desde aquela época este menino não esqueceu
os ensinamentos dos pais. Ser pobre não é vergonhoso, andar com uma roupa
velha, porém limpa não vai fazer com que lhe apontem na rua, mas se você rouba,
não importa como você se veste, pois sempre alguém na multidão vai gritar é ladrão,
e, isto sim é uma deveras desonra!
E nos
tempos atuais, alguns pais ensinam aos filhos que devem vencer sempre, que
respeito se consegue quando se tem muito dinheiro, e que ser pobre é um pecado,
enfim, ensinam aos filhos uma maneira de se tornarem egoístas, preocupados com
o próprio umbigo, e criam filhos que sequer sabem fazer amigos, pois não
respeitam nem a si próprios!
E assim percebi que, derramar aquelas e outras
lágrimas, não por livre querer, mas, o calor delas me escorrendo pelo rosto, eu
ainda hoje posso sentir, bem como ouvir as palavras proferidas por minha mãe, e
que me fizeram entender o real valor de muitas coisas, e da vida, que é muito
mais importante que tudo que conheço sobre esta terra!
Sotnas Odlabu
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Apenas, momentos deste meu viver...
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| Imagem feita em Campos do Jordão, junho de 2013 por Sotnas Odlabu. |
Quando estou a caminhar pelas
ruas, observo as poucas árvores que temos na cidade. E nestes momentos vejo
tantos detalhes em volta. Algumas árvores plantadas naqueles tão diminutos
espaços são de tamanho desproporcional para o espaço em que estão assentadas.
Enquanto outras parecem que entendem que seria melhor crescer até que sua
sombra envolva o pequeno pedaço de terra que lhe foi oferecido, porém na época
da florada muitas destas pequenas são as que exalam com maior vigor seus olores.
E isto é fantástico, a
natureza em sua simplicidade sempre a me encantar. Apesar de que algumas exalem
somente o olor das folhas, ainda assim posso admirar as variedades de belas folhas
e flores que mesmo caídas ao chão, até serem pisoteadas, permanecem belas até que
desapareçam secas pelo passar dos dias, bem, é como tudo que existe e vive
neste planeta, cedo ou tarde deixa de viver. Embora alguns nem queiram deixar
de estarem vivos, outros fazem de tudo para que sua partida desta vida seja deveras
rápido, e assim cá pouco tempo fica após a chegada, entretanto, eu, sigo sempre
querendo por cá estar!
E ainda que cheio de
saudades, estes momentos deste meu viver são intensos e, gosto quando acontece
por vezes quando estou a caminhar pelas ruas, e ao passar na frente de algumas
residências em horário de preparo das refeições, de sentir cheiros da infância.
Ah estes cheiros, que sempre me trazem tantas lembranças, boas e alegres lembranças
de quando era criança, é assim como os olores perfumados das árvores nas
calçadas. São emoções tal que, logo percebo os olhos em ação de vazantes, pois
teimosas lágrimas de alegria emotiva insistem em ocupar espaços destinados ao
campo visual. Não é fácil disfarçar certas emoções, mas, também não posso ser
condenado por ainda ter em mim um pouco de sensibilidade ou, sei lá, eu creio
que tenho direito de me emocionar deveras com os aromas da infância, talvez
seja por eu jamais ter deixado de me relacionar com esta parcela humana,
destemida e tão crente, e que quase sempre com a mesma sinceridade dirigiu meu
viver desde o inicio desta minha jornada, a criança, que ainda sou! E nos dias
atuais tenho percebido que a sensibilidade não diminuiu, ao contrário, é
perceptível um grau maior, pois as vazantes que embaçam a visão não necessitam
de apelos deveras dramáticos, e isto me fez entender o motivo pelo qual as
pessoas com mais idade que meus pais quando eu era criança eles traziam consigo
sempre lenços, era um acessório que não faltava nos bolsos, podia não ter
carteira, mas o lenço lá estava!
Ainda assim prezo este
sentimento deveras intenso e bom, e sou grato por ainda sentir, e poder
lembrar, pois é somente o que nos sobram, as belas e intensas lembranças,
lembranças de toda a vida, e principalmente dos vários olores da nossa infância
alegremente vivida!
Sotnas Odlabu
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Por que ainda sou feliz, pela metade...
sábado, 14 de dezembro de 2013
Um sentir que me fez pensar, e ser diferente!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Quando é o momento...
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| Imagem feita no Horto florestal de Campos do Jordão - SP por Sotnas Odlabu, junho 2013 |
De calar, agir, ouvir, falar,
Como podem perceber,
Feito outros, ler, escrever,
Sou assim, tão parecido,
Que por vezes, não é sempre,
Posso parecer diferente,
Muito me contenta ser lido,
Por vezes, se não me esqueço,
Imagino saber a hora de falar,
Também por vezes penso,
Cada ser sabe de sua capacidade sentida,
E nos cabe, domar e usar bem,
Sabendo o momento de ousar, bem como de ponderar,
Quando entendo ser o momento de calar,
Ainda que deveras dorido este momento,
Em que percebo,
Que para tantos, meus sentimentos,
Cá compartilhado, faça qualquer sentido,
Sendo assim, me calo, não escrevo...
Mas, quer saber; é deveras difícil,
Segurar no nascedouro, tantos pensamentos!
Sotnas
Odlabu
sábado, 26 de outubro de 2013
Por que ainda me habitam estes pensamentos!
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| imagem feita em Caxambu-MG em outubro de 2010 por Sotnas Odlabu |
Para aqueles que usam como desculpa a necessidade, e possuem a enorme
falta de respeito ao próximo e, principalmente ao meio em que vive, eu sugiro
que doem alguns minutos de seus preciosos tempo para observar em volta o
tratamento que outros animais dão ao meio em que vive, e inclusive aos
organismos que lhe são deveras necessários as suas vidas.
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| Imagem feita em Santos no Orquidário em junho 2013 por Sotnas Odlabu |
Um exemplo são as borboletas, e as abelhas.
Tente observar e repare com que tamanha delicadeza estes seres se
aproximam das flores e retiram suas necessidades, o carinho com que estes seres
tratam os doadores de suas necessidades, o cuidado com que pousam e a maneira
que se afastam sem depredar retiram o desejado e deixam a flor em perfeito
estado para ser ainda admirada por sua beleza!
Portanto, ao invés de copiarmos costumes degradantes, e péssimas
atitudes sem qualquer educação, qual o problema de copiarmos atitudes que
garantam nosso futuro, ou será que ninguém pensa em ver brilhar muitos amanhãs
e seus ensolarados dias neste planeta!
Sotnas
Odlabu
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Houve tantos, e, ainda há estes momentos...
*Imagem feita em Campos do Jordão, agosto de 2011
no hotel, por Sotnas Odlabu.
* Quanto ao hotel na imagem,
quem por cá sempre passa sabe que tenho o costume de detalhar
onde
fiz a imagem, sendo assim caso as partes envolvidas nela
desejem, eu as retiro,
sem problema
Felicidades a todas as crianças e,
a todos que conservam em si
as crianças, que foram e, ora essa,
que com certeza ainda o são,
TODOS OS DIAS!
Em que uma alegria imensa me invade,
Mesmo quando tantos pensam ser
tarde,
Mas, esta alegria me faz bem,
Pois vem junto as infantis
lembranças,
E o que fazer!
Exceto feliz sorrir por reviver,
Aquela mesma felicidade,
Nem sempre tão despida de medo,
Que quando sentido,
Ora, este ficava sempre em
segredo,
Vejo o esforço naquele rosto
infantil,
No balanço iniciar,
Os três iniciais impulsos,
Ah, estes eram pra embalar,
Já os demais eram para alegria,
De uma maior altura alcançar,
Braços e pernas estendidos,
Olhos fechados e, era a emoção de voar,
Era um sentir tão intenso,
De paz e liberdade,
Que não mais pensei que era de
alegria,
O cantar fervoroso e tão triste,
De um belo pássaro engaiolado,
Mas, eu também não entendia,
O motivo dos adultos serem tão
malvados!
Houve tantos, e tão felizes
momentos,
E, que vez por ou outra,
Os adultos os findavam com
tormento,
Mas, não me importava,
Pois em mim já vivia a esperança,
O sentimento de ser livre, e de
voar, ou seja,
Eu já estava certo de buscar
sempre a felicidade,
Sotnas
Odlabu Aquela felicidade que conhecemos, já desde criança! |
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Um singelo pensamento!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
É tão somente este, mais um pensamento meu.
Imagem feita em Campos do Jordão-SP por Sotnas Odlabu, em junho 2013
Sabemos que não dispomos de tanto tempo vivo nesta jornada, e sendo
assim, me é deveras dificultoso compreender o motivo de tantos terem a
preferência de cultivar com intenso fervor, o tão destruidor e violento ódio.
Pois está mais que provado, até pelo criador que, ocupar o tempo que
nos é doado amando e sendo amado, nos faz resistir por mais tempo as investidas
do fim!
Sotnas
Odlabu
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