Bela cidade das Gerais!

Bela cidade das Gerais!
Imagem feita por Sotnas Odlabu em São João Del Rei MG em nov de 2016

E AQUI, OS QUE POR CÁ VIERAM UMA, E CONTINUAM VOLTANDO OUTRAS VEZES!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

PRETENSIOSO SONHO MEU



Este selo foi criado por meu amigão JR, do blog Quase Tudo.
Pedi a ele que fizesse algo para comemorar um ano do sotblog, em atividade!
Doze meses, de ganhos, perdas, de muitos descobrimentos, enfim, foram os primeiros doze meses 
de vida compartilhada com outros iguais, alguns tão iguais que se fizeram diferentes,
mas todos feito eu, você. Todos GENTE!
Sendo assim amigos ou não, seguidores ou não, me deixará deveras feliz,
Se ao me visitar, levar o selo comemorativo que fiz,
E que, no entanto sem a ajuda dos que aqui visitam,
Talvez esse fosse mais um dos tantos blogs que nasceram e morreram, e sem sequer 
serem notados, quanto mais ser por mais de duas mil vezes visitado!  
O B RI G A D O  mesmo de coração!   


Adoro ler, divertida e inteligente a leitura muito me apetece,
Por me proporcionar muito conhecimento e informação
É assim que o ser humano enriquece em cultura, e cresce!
Tenho sempre que possível, em qualquer lugar um livro à mão,

Algum dia irá ler algo de minha autoria, ou adornar sua estante,
Só preciso escrever sobre coisas corretas, e de maneira certa,
Parece um sonho distante, porém, me é constante,
Com versos abordando várias situações reais, concretas,

Por ora vou povoando meu caderno, onde há tantas folhas desertas,
E livros não são escritos pra ficar empoeirados em uma biblioteca,
Tento fazer versos criativos, outros políticos e com rimas corretas,
E assim levar alegria a alguns e, reflexão às pessoas certas,

Ciente que serei criticado ou, sequer serei notado,
Ainda assim alcanço você, que é minha meta,
Pretensioso talvez, porém algum dia serei um escritor poeta!

SOTNAS ODLABU 




quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

SOU EU, ASSIM



foto: Sotnas Odlabu
Feito este pequeno ser, muitos de nós sempre fazemos nossa parte,
E muitas vezes compensamos a parte daqueles que sequer preocupam-se em ajudar!
É por este o outros motivos que digo que somos igualmente diferentes!

Sou eu, ser orgânico e sentimental, nada extraordinário
Tão resistente, frágil, pacífico em algum momento e,
Ciente que devo preservar o meio em que vivo, eu tento,
Não importando quantos querem me convencer do contrário,

Sou eu, parecido com toda a minha gente ou, sou eu diferente?
Emociona-me ouvir o hino de minha pátria, e me deixa contente,
Saber que uma criança alimentada e educada será um adulto decente,
Sou eu alegre ou triste, igualmente a todos ou, diferente?

Sou eu sonhador, por almejar para todos, igualdade,
Os homens convivendo em uma mesma e honesta sociedade,
Sem diferenças, sexo, credo, cor, raça, e sim com responsabilidade,
Todos decidindo por todos, sem qualquer ódio ou maldade?

Sou eu intransigente e tolo, por não aceitar se render jamais,
Todos os povos e nações, ao comando de uma única nação qualquer,
Com desejos tiranos, feito quem usa um brinquedo predileto,
Ou uma criança mimada, tem tudo e todos ao seu dispor, e tudo quer!

Sou eu talvez, tão estúpido que, com lápis e papel em mãos escrevo,
Estes versos a quem possa interessar, expressando nossa dor?
Sim eu, você, e todos que pensam não ter poder de reação,
E sofrendo calada, essa dor no peito, esse aperto no coração,
Testemunhando tantas injustiças, e tantas destruições!

Sou eu, tão igual aos outros, desejando viver, feito qualquer ser vivo?
Por não aceitar passivo, alguns poucos, prejudicando a maioria,
Sem ao menos expressar o que penso, qualquer que seja o motivo,
Sem que fiquemos nos envenenando com toda essa dor contida!
O criador nos fez a todos inteligentes o suficiente,
Podemos guiar nossos próprios passos, com tolerância e paz!
O planeta não precisa de um único ser a ditar nossos destinos,
Afinal somos seres pensantes e capazes, não somos dementes!
Sou eu, você, todos iguais sim e,
Igualmente a todos, você, eu, sim, somos todos diferentes!

  SOTNAS ODLABU






sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Voar, nas asas da imaginação



Humanamente impossível traduzir em versos, ou rimar
Toda a emoção que sente uma ave, quando no céu a voar,
Talvez seja a mesma que sente o poeta em versar,
Saber que alguém o leu, entendeu o que desejou o poeta expressar,

Voar, algo que o homem sempre sonha, e deseja muito realizar,
Mas não temos asas, e assim é difícil no céu junto aos pássaros estar,
Ah, mas então posso fazer uma pipa, um papagaio, e ao sabor do vento estarei lá,
Sim, e com esta brincadeira tão antiga, quase realizo meu desejo de voar,

Assim o poeta é voador, mesmo sem sair do chão,
Ele voa através das palavras que escreve, com sentimentos quão,
O lápis são suas asas, e o papel o seu céu, em toda a sua imensidão,

Como vê, desse modo ele sente e transmite suas emoções,
Emociona-se o poeta ao escrever, e também aquele que o lê,
E é assim que voam alguns homens, nas asas da imaginação!

SOTNAS ODLABU


domingo, 12 de dezembro de 2010

PALAVRAS AO VENTO

foto: Sotnas Odlabu feita em Caxambu em 23/10/2010
Escolhi esta imagem por sua aparente fragilidade, que na verdade nada frágil ela é, simplesmente utiliza o vento, espalhando-se, assim garante a continuação da espécie, ao chegar a seu destino, e tocar o solo irá germinar e assim garantir a continuação, entretanto somente as fortes e verdadeiras sementes sobrevivem a jornada ao vento!

                                                                                
Findai teu constrangimento,
Ditas e levadas ao sabor do vento,
As palavras soam tão breves,
E esquecidas são sem qualquer
Verdade que as conservem,


Ainda que vez ou outra sejam mencionadas,
Perder-se-ão com o passar do tempo, ao vento,
Muitas jamais serão repetidas, estarão perdidas,
Foram palavras apenas por breve momento!


Sendo verdadeiras, quando pronunciadas,
Serão para sempre repetidas e lembradas,
A verdade dita e levada ao vento tende a pairar,


Difundir-se-ão ao sabor do vento
Que às solidificará,
E assim pode todo tempo passar,
Ainda assim a verdade,
Através dos tempos permanecerá!


SOTNAS ODLABU

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Chegou dezembro, e são tristes os de antes, que me lembro!

                                   



Na lareira da consciência, queimam-se as vaidades! foto: Sotnas Odlabu
Como não faz frio no continente sul-americano, crepitam os fogos da ganância, da corrupção,
não em lareiras, mas nos becos, e ladeiras deste país dividido!
                                                        
 Um mês que pra muitos é somente alegria,
A mim somente lembra, tantas pessoas sofrendo,
Com tantas famílias com panelas e barrigas vazias,
Enquanto isso em outras casas, nada falta,
Na casa e na vida de pessoas tão vazias,
Que vivem o ano inteiro na hipocrisia,
Fingem ser o que não são nesta sociedade que,
Cada vez mais se deprecia,
Toda vez que estas falsas e bondosas pessoas,
Nos últimos quinze dias do ano,
Vestem a bondade de fantasia,
E são capazes até de sujar os belos e caríssimos sapatos,
Nos humildes bairros, dos sem nada nas panelas e suas casas,
E tudo isso somente com o intuito de ganhar,
“Apenas mais um pouco de asas”
E com seus sapatos limpos,
Pisam e sujam o chão,
E também a dignidade daqueles que nada,
Estão sempre acostumados,
Em não ter, e o pouco que lhe é de direito
São-lhes surrupiados pelos anjos das asas de cera!
Que não contente em disseminar tanto mal,
Vem ainda e lhes desejam,
Feliz Natal! 

Sotnas Odlabu



domingo, 5 de dezembro de 2010

NADA A DIZER, SOMENTE AMAR!


Foto: Sotnas Odlabu  feita em Piracicaba no parque da ESALQ
em 27/11/2010 esta flor tem uma cor tão vibrante que parece um sol! 

Falar de amor,
Difícil saber quando falar,
Dizem que este sentimento provoca dor,
Quando entre dois, somente um resolve amar,

Eu, falar de amor,
Creio que de amor sei falar não,
E se vai provocar dor,
Não falo de amor, não vejo razão,

Mas então alguém disse, dor é coisa da mente,
Portanto, de amor e dor não devo falar,
Dor e amor, quem tem sente!

Não posso de amor falar,
Vivo me dizendo sem parar,
De amor falar não é bom,
Porém melhor que falar,
De amor muito bom mesmo é, amar...!

SOTNAS ODLABU


sábado, 4 de dezembro de 2010

DESAFIO LANÇADO, E DESAFIO ACEITO



Este desafio me foi oferecido por Ivana do blog Fotos, Poesias e Emoções, eu aceitei, espero não desapontar aos amigos com as respostas, somente tentei ser sincero!   Ivana, agradeço pelo carinho, e peço que perdoe minha demora, eu sou meio lento! 


Olá meus amigos e amigas, esta postagem é o desafio que aceitei, e aqui lanço
a mais sete amigos, espero não ter repetido quem já recebeu este desafio!



Desafio dos 7
7 coisas que pretendo fazer antes de morrer:
Conhecer todo o Brasil, de norte a sul
Publicar um livro, com todos os meus escritos
Voar de asa delta
Ter a certeza que os filhos dos meus filhos conhecerão estas belezas que conheci
Não partir, deixando alguém magoado comigo
Gostaria de criar uma instituição de ensino de artes, para as crianças carentes
Ter uma sala somente para os livros que pretendo sentir nas mãos
7 coisas que mais digo:
É o fim
Eu tento entender, mas, não consigo
Deus, como pode existir alguém assim
Ai meu Deus, esqueci
Negativo
Não é por aí
Mas que anta (isso endereçado aqueles que nem andam e  somente atrapalham no trânsito)
7 coisas que faço bem:
Meu trabalho
Amizades
Tento ser um bom marido
Tento ser um bom pai
Ainda hoje tento ser um bom filho
Estou tentando ser um escritor razoavelmente bom
Tento ser bom com aqueles que tiveram menos chances que eu
7 defeitos meus:
Fico zangado com facilidade e pra não complicar, fico calado, e assim nem me defendo ou acuso
Confiar sempre no que as pessoas me prometem
Não ter conseguido ser um pai melhor que o meu
Não ter um curso superior
Pensar que todos vão entender minhas atitudes
Desconfiar e assim mesmo me dar mal (após sofrer o golpe)
Algumas vezes fazer pré-julgamento de alguns indivíduos
 7 coisas que amo:
Deus
Minha família (minha esposa e filhos, minha mãe e irmãos)
Estar vivo
Ler e escrever
Fotografar e admirar fotos
Comer massas, e pão
Viajar
7 qualidades minhas:
Não interromper conversas
Rir muito
Creio que sou compreensivo
Brincalhão
Reconheço quando estou errado
Gostar de ajudar quem me pede ajuda
Sempre penso de maneira positiva
7 amigos para participarem desse desafio:
Cecília (pé de pitanga)
Lisa Nunes (inquietações)
Malu (Doce Lar)
Gena (meu poemas)
Carla (PBI)
Vera Mattos
JR Thomaz






quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Quando soa o apito da partida

Apitos, despedidas, e... partidas !  foto: Sotnas Odlabu
em Santos em 10/01/2009
Ao som do apito na partida,
Vários sonhos se perdem a deriva,
Quem ficou acena, em despedida,

E quem partiu, começa a pensar na volta,
Ao outro porto, da anterior partida,
Pois como o navio tem o porão,
O marinheiro tem o seu coração,
Não carrega o tal do amor, não,
Por que marinheiro vive somente,
Do frete da paixão,
E o amor, fica simplesmente à deriva,

No entanto todos têm que seguir em frente,
Alguns alegres, outros deveras tristes,
Como, não importa, a vida tem de seguir,
Ainda que, por demais sofridas
Até nova chegada,
E reviver novamente,
Aquela paixão guardada,
Que ficará entristecida, e o amor a deriva,
Toda vez que ouve,
Soar o apito da partida!

SOTNAS ODLABU



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