Bela cidade das Gerais!

Bela cidade das Gerais!
Imagem feita por Sotnas Odlabu em São João Del Rei MG em nov de 2016

E AQUI, OS QUE POR CÁ VIERAM UMA, E CONTINUAM VOLTANDO OUTRAS VEZES!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ESSE MISTERIOSO SEGRÊDO, NAQUELE MOMENTO!

                                  imagem: "Raios de luz sobre o vale"  de:Sotnas Odlabu

                                                               
Sabedora que jamais será unanimemente desejada,
Visto que somente poucos anseiem por sua chegada,
Seguimos nossa jornada, e de maneira preocupada,
Pois se faz tão presente mesmo sendo ignorada!

 Sequer consigo imaginar o que terei em mente,
 Tal é o meu desconhecimento do momento,
 Qual será minha reação e como vou me sentir realmente,
 No exato momento do passamento!

  Isso talvez possa me causar algum medo,
  E saiba que não é de você exatamente,
  Mas sim desse mistério, e de todo esse segredo,
  Acredite, sem qualquer medo somente um ser não vivente!

  Eu sei que sabe que ainda não completei minha missão, espere,
  Cumpri-la-ei sim, com um pouco de sorte,
  Mas qual sorte, nem sei se existe essa tal de sorte!
  Pois sabemos que a vida segue lado a lado, com você morte!


                        SOTNAS ODLABU



terça-feira, 26 de outubro de 2010

Emoções



Não sei dizer se foi destinação,
Tão pouco sei dizer, se,
Ou foi do destino armação,
Ou mesmo, talvez coisas do coração,
É isso também não,
Definitivamente, não parece ter sido em vão,
Ainda sinto que não, realmente sei que não,

Pois nos encontramos,
E mesmo após todos esses anos,
Imagino que você pense o mesmo, então,
Assim sendo temos a mesma conclusão,

Que apesar de todos os obstáculos,
De todos os momentos,
Em que pensávamos,
Não haver solução, ainda assim sentíamos,
E esta é a grande certeza que tenho,

Ao nosso modo, juntos,
Partilhamos tantas coisas boas,
E mesmo as não tão boas, ainda assim o são,
E sabemos certamente que foram todas,
Não, não é foram, tem sido sempre assim,
Desde o início, regadas de muitas emoções!


                  Sotnas Odlabu
         


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

INTEGRAÇÃO


foto: Sotnas Odlabu
"Lindo amanhecer no porto Santista"
Apesar de haver trabalhado durante toda a madrugada, mesmo sonado,
fiquei extasiado com este maravilhoso espetáculo, totalmente gratuito
oferecido pela natureza, ainda que muitos não o presenciaram, nem por isso o empenho da natureza foi
diminuído



Tarde da noite, e no céu as estrelas fico a observar,
Amanhecendo surge o sol no horizonte, e eu a admirar,
E não é só pela beleza plástica, que é difícil de narrar,
Ou pelo fato de naquele momento eu lá estar,

Pois eu admiro a simétrica assimetria das ondas,
No seu marulhar até a praia chegar,
Na areia cintilante e seus pequenos grãos lavarem,
E olhando além do horizonte e perceber a terra em sua forma redonda,

Eu observo, e não é só pelo simples ato de observar,
Gosto muito de tudo isso, e não é só por gostar,
É que, me faz sentir que estou vivo e que tem uma razão de ser,

Se eu gosto de toda essa natureza, que é bela,
E não é só pela simples beleza, mas é tudo nela,
É que sei e sinto em todo o meu ser, que também sou parte dela!


SOTNAS ODLABU


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

INDOMÁVEL TEMPO QUE PASSA

Em certos momentos,
Ele é feito uma brisa,
Calmo e leve, até parece lento,
Para no momento seguinte parecer,
E ser tão arrasador, assim feito um forte vento,
Tanto que diante dele nada se eterniza!

Sou parte dele e não consigo esquecer,
Não que eu tente,
No entanto olho-me no espelho e volto a perceber,
Que está aqui, e em todos os momentos se faz presente!

Sendo assim desisto de não pensar,
Pois segue a mim e a todos em todo e qualquer lugar,
E igual a ele espelho, também você persiste,
Pois sempre que me vejo em você fico triste,
Não, eu não estou sendo incoerente,
Pois não é uma tristeza permanente e nem doente,
E sim por ser você e ele, tão convincente,
De que está presente, passando inclemente, que existe!

Gostaria mas nada posso mudar, nem ao menos tentar,
Sendo assim vou vivendo, enquanto me deixar,
Eu ou mortal algum sou capaz de controlar você tempo,
E você deve saber que, eu sequer tento,
Detesto e tenho sérias dificuldades em marcar o tempo,
Sendo assim eu vivo apenas, e lamento sua passagem, ah tempo...!

                                   SOTNAS ODLABU 

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Ótimo seria, com alegria de criança,

Com total serenidade,
Sem receios, surpresas,
Andar e admirar a cidade
Caminhar por calçadas,
De ruas e avenidas arborizadas,
Caminhar pela praia,
Sentar no banco do enorme jardim,
Ficar a admirar o horizonte,
Sujar os pés na areia, e depois,
Ora poder lavá-los na fonte,
Como quando criança,
Ali sentado observar em cada rosto que passa,
Um sorriso, algo que, somente me faça,
Sentir um pouco de humanidade,
Naqueles corpos e rostos que passam,
Pois digo que é deveras triste,
Enxergar em cada rosto que por mim passa,
Nos olhos a aversão, na boca não um sorriso,
Somente, esgares, de ódio, e muito preconceito,
Penso as vezes que perderam as esperanças,
Para semelhantes se tratarem desse jeito,
Ainda podemos mudar isso,
Deixe transbordar aquela sua criança,
Que sem medo, ousa e faz amizades,
Nem faz idéia do que seja preconceito,
Faz da vida eterna alegria,
Sem essa maneira adulta, de desigualdades!

sábado, 9 de outubro de 2010

MEU MEDO

Sim, eu tenho medo!
Medo de me sentir só,
Tenho medo e não é segredo,
De, eu mesmo me sentir dó,


Tenho medo de não ser verdadeiro,
De não ser compreendido,
Medo de não ser um bom companheiro,
De me sentir ou, estar perdido,


Sentir tanto medo tem algumas inconveniências,
Mas por outro lado me aponta alguns limites,
Mostrando-me a linha da sobrevivência,


São tantos os nossos medos, e não é assim tão terrível,
Eu tenho medo até de não sentir nenhum medo,
Penso que, talvez sem nenhum medo seja pouco sensível!




SOTNAS ODLABU


Quando criança, poucas coisas nos provoca medo.
Quando adulto vestimos a fantasia da coragem e fingimos não sentir medo, e assim muitos até se esquecem que os medos fazem parte da nossa existência. Pois algum destes medos nos indica os limites entre a continuidade e, o fim da nossa própria vida!


Sotnas Odlabu

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