Bela cidade das Gerais!

Bela cidade das Gerais!
Imagem feita por Sotnas Odlabu em São João Del Rei MG em nov de 2016

E AQUI, OS QUE POR CÁ VIERAM UMA, E CONTINUAM VOLTANDO OUTRAS VEZES!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Apenas meu pensar, sobre o pensar destes seres!

Imagem feita no ZOO de Piracicaba SP, em nov de 2016 por Sotnas Odlabu 
Postagem da minha página no FB, compartilhando cá com os amigos. Grato


Eu os observo me observando, admirando minha natural beleza,
Tão incompreensíveis são estes seres humanos,
Pois enquanto alguns não se cansam de em nós e nosso habitar apenas admirar,
Outros possuídos de atitudes e desejos insanos,
Desalojam-nos de nossa natural morada, por vezes outros nos escravizam,
E há ainda os que penalizados com nosso sofrer,
Nestas artificiais moradas sob seus cuidados nos deixam viver,
Observam-me, quando por vezes nossos olhares se cruzam,
Em alguns vejo ainda certo brilho vaidoso, feito os daqueles,
Que nos tiraram da natureza, e, por vezes, meus olhos se deparam com olhares,
Entristecidos, sim, tanto quanto o meu, observando-me neste meu olhar,
Por vezes me pedem engraçadas performances, desculpe,
Mas, cá não estou para tua vaidade mesquinha alegrar, e sim para te alertar, pois,
Isso vai te acontecer contigo também, se toda esta devastação,
Do meio em que vivemos não parar,
E todos nós sequer contemplaremos uns aos outros, não,
Não haverá mais, um o olhar o outro, mesmo assim tão entristecidos,
Seremos apenas lembranças, talvez dolorosas lembranças,
Como seres, que ousaram além, enquanto alegres ainda existiam,
Isso é tão triste?
“Será quando nenhum de nós, nem tão tristonhamente, conseguirá existir.”
Sotnas Odlabu

2 comentários:

  1. Sotnas como disse a você no Facebook,suas palavras são sempre para refletirmos!
    A frase final é muito tocante se isso acontecer.
    Gostei muito.
    Bjs-Carmen Lúcia.

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  2. Quando nós formos lembrança,
    Se quer lembraremos disso
    Como se fosse um feitiço
    Que o feiticeiro em sim lança.

    Dancemos, pois, esta dança
    Da vida e sem compromisso
    De ser crente ou ser omisso
    Mas ingênuos qual criança

    Que se embala em um balanço
    E a cada retardo e avanço
    Avança à vida à frente.

    Sem filosofar e danço
    Como retardado ou tanso
    Tendendo a ser mais prudente.

    Grande abraço. Laerte.

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